100 créditos tóxicos do Novo Banco sob auditoria

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Expresso

Cinquenta imóveis que causaram maiores perdas serão alvo da auditoria da Deloitte ao Novo Banco

A auditoria ao Novo Banco, que tem necessitado de empréstimos estatais para sobreviver ao longo dos últimos anos, deverá analisar a origem e o acompanhamento dado a uma amostra de 100 créditos tóxicos, segundo informação apurada pelo Expresso.

A auditoria, que está a cargo da Deloitte, olha para as operações dos 50 devedores individuais com maior exposição dentro do mecanismo de capital contingente, sistema criado aquando da venda de 75% do capital à Lone Star, em 2017, e que expõe o Fundo de Resolução a injeções de até €3,89 mil milhões (dos quais €1,9 mil milhões já foram materializados), além dos €4,9 mil milhões colocados logo em 2014. Esses ativos foram os mais problemáticos e aqueles pelos quais a entidade americana não se quis responsabilizar na totalidade, partilhando o encargo com o veículo financiado pela banca.

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