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EY substitui PwC na auditoria ao Novo Banco

Domingo, Dezembro 24th, 2017

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Negócios

Com um novo accionista, o auditor do Novo Banco mudou. A PwC sai do cargo, dando lugar à EY, que acumula aquela função com a de revisora oficial de contas da Caixa Geral de Depósitos e com o Fundo de Resolução.

A EY, antiga Ernst & Young, vai ser a nova auditora do Novo Banco. A decisão foi tomada esta quinta-feira, 21 de Dezembro, na mesma assembleia-geral que deu forma à injecção de 250 milhões de euros, pela Lone Star, na instituição financeira.

 

“Foi ainda deliberado nomear para o cargo de revisor oficial de contas com mandato a iniciar em 2018 a sociedade Ernst & Young Audit & Associados – SROC, S.A representada por António Filipe Dias da Fonseca Brás e como Suplente, João Carlos Miguel Alves”, indica o comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

A EY será a responsável por olhar para as contas da instituição liderada por António Ramalho (na foto) a partir do próximo ano, o primeiro exercício completo em que o seu accionista maioritário, com 75%, é a americana Lone Star.

O Fundo de Resolução detém 25% do banco sendo que também esta entidade, que funciona junto do Banco de Portugal, tem a EY como auditora.

A EY fica, assim, com dois grandes bancos em carteira: o Novo Banco junta-se à Caixa Geral de Depósitos.

Já a PwC, embora perdendo o herdeiro do BES, ganhou este ano a conta do BPI e tem ainda o Santander Totta.

Ainda na banca, o BCP tem a Deloitte como sua auditora, cargo que era até ao ano passado ocupado pela KPMG. Esta última é a responsável por rever as contas do Montepio.

Ernst & Young levanta dúvidas sobre avaliação do Novo Banco

Quarta-feira, Agosto 24th, 2016

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Expresso

Tanto o Fundo de Resolução como a Ernst & Young não conseguem dizer “com segurança” se o Novo Banco ainda vale 4900 milhões de euros

Apesar das últimas expectativas apontarem que a venda do Novo Banco venha a ser concretizada por um “preço simbólico”, tal como o Expresso noticiou no passado sábado, o Fundo do Resolução mantém a avaliação da instituição nos 4900 milhões de euros, o mesmo valor que foi injetado aquando da sua criação. Mas de acordo com o que revela o “Jornal de Negócios” esta terça-feira, a avaliação do auditor, a Ernst & Young, levanta reservas às contas de 2015 do Fundo de Resolução e alerta que a instituição pode estar a ser sobrevalorizada.

“O Fundo não dispõe de informação suficiente para aferir com fiabilidade o valor da referida participação”, lê-se no parecer da Ernst & Young, que está disponível no site do auditor. “Das diligências tomadas para aferição de eventuais perdas por imparidade, concluiu-se que não é atualmente possível quantificar qualquer ajustamento com razoável segurança, pelo que foi mantido o valor inicialmente escriturado”, explica.

Por outras palavras: não é possível dizer se o Novo Banco ainda vale 4900 milhões de euros. A mesma posição é assumida pelo próprio Fundo de Resolução, dado não ser possível atribuir “com segurança” um novo valor ao banco, diz.

Nas contas de 2015, o Novo Banco ignora a desvalorização da instituição nos últimos dois anos. “Face à impossibilidade de estimar alterações nos fluxos financeiros futuros associados ao valor da participação, foi mantido o valor inicialmente escriturado”, refere o relatório

Adjudicação directa pelo Banco de Portugal à Ernst & Young Audit & Associados – Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, S.A. (505988283)

Sexta-feira, Dezembro 18th, 2015

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