E agora, Dr. Carlos Costa?

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Público cartas ao diretor

Carlos Costa foi nomeado a 7 de Junho de 2010 governador do Banco de Portugal. No entanto, como se tem verificado, não exerceu na prática e até ao dia de hoje todas as suas competências como deveria ter feito e, antes pelo contrário, pactuou com situações absolutamente incompreensíveis, como foi o caso da resolução do BES. Que atitude vai Carlos Costa tomar relativamente a Carlos Santos Ferreira e a Fernando Faria de Oliveira pelo comportamento que tiveram enquanto gestores da CGD? Devem continuar, depois de tudo o que fizeram, a ser consideradas pessoas idóneas para ocupar cargos de gestão bancária ou, pelo contrário, devem ser afastados dos cargos que ocupam? Será que o governador do Banco de Portugal vai, uma vez mais, olhar para o lado?

Manuel Morato Gomes, Senhora da Hora